14 de maio de 2009

O QUE É UM BOM PROJETO ?


Uma coisa é certa, todo projeto é único e deve ser criado e mantido por uma equipe multidisciplinar, com profissionais de diversas áreas, de visões diferentes através de constante brainstorming, chegando a um consenso ao final das discussões em prol da melhor forma de viabilizá-lo.

Um bom projeto é aquele que traz resultados positivos com otimização de recursos, tanto materiais, como financeiros, humanos, atento aos recursos naturais e totalmente habilitado para implantação em um médio prazo, o que não é nada fácil de se conseguir. A grande realidade é que a maioria dos projetos sai fora do escopo, mas como facilitador é muito bom quando se tem em mente que é preciso planejar bem, seguir uma linha de pensamento, uma trilha, mesmo que de tempos em tempos tenha que se desviar dela. O importante é ter foco na linha de chegada, voltando assim sempre à rota planejada anteriormente.

Se não existe o foco na meta final, desvirtuando-se da trilha traçada, a probabilidade é grande de não alcançar os objetivos propostos, estimados, bem como extrapolar em tempo e recursos. Quantas vezes já vimos empresas refazerem totalmente ou grande parte de um projeto, devido a falhas, rupturas do planejamento, vindo a ter prejuízos de grande monta ?

Quando o líder e sua equipe traçam uma linha e percorrem esta monitorando constantemente os resultados há uma grande chance deste projeto ficar totalmente dentro do escopo, atingindo em cheio o que foi colocado no papel, no alvo, contabilizando resultados expressivos e condizentes com tudo o que está envolto no projeto.

O projeto só sai com qualidade quando os membros da equipe não pensam em si, no que aquele projeto pode lhe render de benefícios, mas deverá haver um sentimento de coletividade, onde todos deverão contribuir em direção ao sucesso do negócio e por consequência de toda a equipe de trabalho, equipe esta que deve ser sinérgica, somando forças, competências, experiências, onde o líder exigirá, cobrará resultados, mas por outro lado fornecerá os recursos, as ferramentas necessárias para um bom trabalho, trabalho este que deverá ter fortes bases qualitativas.

Projete, estime, visualize perspectivas positivas, pesquise, amplie conhecimentos e repasse-os aos seus liderados, seja competitivo, assuma responsabilidades, lidere mudanças, não subestime nenhuma idéia, mesmo que a princípio esteja fora da realidade organizacional, tenha convicção que para um bom projeto é necessário um conjunto de fatores que influenciem positivamente o andamento, a implantação e o posterior controle do mesmo para que atinja propositadamente, com méritos os inúmeros itens do que foi planejado.

8 de maio de 2009

DICAS DE COMO ADMINISTRAR BEM A SUA EMPRESA


(ESTE ARTIGO DE MINHA AUTORIA FOI PUBLICADO EM 07/05/2009 COM EXCLUSIVIDADE PARA O JORNAL O ESTADO DE S.P - ESTADÃO)


Como vai a saúde de sua empresa?


Toda empresa deve preservar hábitos saudáveis, devendo fazer exames periódicos para avaliar como andam os seus processos, pois ao diagnosticar falhas logo no início fica muito mais fácil corrigi-los a tempo de não onerar os serviços e desprezar tempo precioso, agir com o máximo de profissionalismo é essencial, como também foco na melhoria contínua. O profissional que não está atento a novas formas de fazer, tendências atuais e perspectivas futuras está parado, inerte, só esperando a movimentação do mercado e com certeza o que virá não será bom para ele.

Administrar bem é saber planejar ações, organizar atividades, dirigir e controlar toda uma gama de recursos que devem ser bem distribuídos, na hora certa, para a pessoa ou departamento correto, com todos os requisitos propostos pelo cliente, para que venha contribuir com ótimos resultados, sejam financeiros, operacionais, logísticos, de imagem, enfim, sendo uma empresa com claras condições de concorrer em igualdade com qualquer outra, seja nacional ou multinacional

Para que a empresa tenha uma vida longa, é preciso cuidar bem dela, ter visão de futuro, pois para muitas ações desenvolvidas agora no presente, os resultados só aparecerão em um tempo hábil, geralmente a médio prazo. É dela que irá sair o sustento direto e indireto de muitas pessoas, então saber administrá-la da melhor forma, delegar tarefas, motivar colaboradores são imprescindíveis para que ela esteja em plena atividade e com uma saúde de dar inveja a concorrência, trazendo muitos benefícios a todos.

O profissional destacado para o cargo administrativo tem que ter um perfil pró-ativo, de iniciativa, ser motivador, colocar sempre em primeiríssimo lugar a excelência no atendimento ao cliente, ter foco nos processos de negócio, monitorando e controlando todos os resultados. É preciso ter também uma equipe capacitada, unida, que tenha objetivos comuns, que siga à risca o planejamento estratégico e faça cumprir as metas e objetivos com eficiência.

As empresas que seguem orientadas a obtenção de resultados expressivos devem estar em constante aprendizado, ter uma visão de médio a longo prazo, não ser imediatistas e buscar com persistência o alcance dos mesmos.

Fazendo uma comparação, uma analogia da empresa com uma planta, uma flor, as duas depois de serem plantadas, colocadas em seu devido lugar, devem ser diariamente cuidadas, regadas, adubadas, verificando a existência de possíveis pragas. Também é necessário saber se gostam de sol, ou sombra, muita água, pouca água, de igual modo a empresa tem que depois de sua estrutura estar pronta, ser constantemente regada por novas ações, motivações, adubada de perseverança, otimismo, máxima qualidade e novas práticas, ações estas direcionadas a manter a saúde organizacional dentro dos parâmetros do mercado, ou seja, tendo saúde ela pode dar bons frutos, profissionais envolvidos, conhecedores de seus direitos e deveres e um cliente satisfeito com os produtos e serviços oferecidos.

Uma empresa bem administrada não só exerce bem o seu papel, recompensando a todos os clientes internos e aos acionistas, investidores e fornecedores, mas também divide suas conquistas com toda uma sociedade, pois agrega valores, racionaliza bens, otimiza recursos não-renováveis tão indispensáveis à sobrevivência da humanidade, em suma, além de satisfazer todas as suas necessidades, a empresa bem administrada consegue contemplar os desejos de todo um grupo de interessados.

O intuito de ser uma empresa bem organizada e administrada é sempre estar entre as primeiras no seu segmento de mercado, ser benchmarking, ou seja, a empresa que tem as melhores práticas do mercado, referência quando se fala de empresa daquele molde, sendo assim, você poderá colocar o preço não só em cima do produto fornecido, mas pode ter uma melhor margem de lucratividade em razão da qualidade dos serviços prestados, pois o cliente não só compra produtos, mas muito mais do que isso, compra bom atendimento, ambiente, rapidez, qualidade, conforto, credibilidade e a marca, sendo estes sim fortes contribuidores para que a empresa venha conquistar a liderança e ganhar a confiança dos clientes.

Controle, monitore, verifique sistematicamente todas as ações desenvolvidas por sua equipe de trabalho, replaneje sempre que necessário e terá uma empresa saudável e com uma longa vida pela frente !

28 de abril de 2009

PLANO DE NEGÓCIOS - O PRIMEIRO PASSO PARA UM BOM PLANEJAMENTO


(ESTE ARTIGO DE MINHA AUTORIA FOI PUBLICADO EM 16/04/2009 COM EXCLUSIVIDADE PARA O JORNAL O ESTADO DE S.P - ESTADÃO)

Aí vocês me perguntam, para que serve um plano de negócios, ou business plan, como muitos também o chamam. O plano de negócios é a base inicial, introdução de qualquer projeto que tenha objetivos claros de vingar no mercado. Sem um bom plano de negócios fica muito mais difícil e complicado mensurar a viabilidade do projeto, bem como quais recursos teremos que alocar.

O plano de negócios é como se fosse uma carta de intenções onde o proponente do projeto, após claro identificada a oportunidade, pesquisa dados, informações, trazendo ao seu conhecimento as necessidades que o negócio terá que suprir e assim colocar no papel a estimativa, projeção do que o projeto virá a ser, ou seja, o objetivo maior daquela empresa, o negócio principal (core business) o segmento de mercado que irá atuar, o público-alvo e todas as informações que visem estruturar o negócio para que este se desenvolva, cresça, amadureça e se torne lucrativo, agregando valores à empresa e à sociedade, seja com um produto inovador, moderno, de qualidade ou um serviço desburocratizado, ágil e que traga benefícios para quem o procure. Benefícios estes que podem ser, bom atendimento, necessidades e desejos saciados, qualidade de vida prezada, enfim um negócio que seja pensado, criado, não só com o intuito de gerar lucros, riqueza, mas também com foco principal na qualidade do atendimento dos requisitos procurados, demandados pelos clientes.

A lucratividade é sim muito boa e necessária , mas deve vir como conseqüência, acompanhada de boas atitudes e práticas, tomadas de decisão acertadas, na excelência no trato e no relacionamento com os clientes, aí sim fecha-se um ciclo, que é atendimento eficiente, rentabilidade e melhoria contínua nos processos.

Com o plano de negócios têm-se também uma visão holística de todos os processos que serão implantados e as necessidades de cada um deles, todas as fases, etapas, por onde começar e onde terminar, ficando muito mais fácil o negócio sobreviver e concorrer de igual para igual no mercado competitivo atual, que mais cedo ou mais tarde acaba colocando para fora os inexperientes e sem uma boa base de conhecimento empresarial.

Há algumas décadas a maioria das empresas nacionais eram gerenciadas por pessoas de uma mesma família, a tão conhecida Empresa Familiar, grandes grupos ainda hoje tem em sua equipe principal, pais, filhos e até mesmo netos, mas o caminho a curto prazo é que se profissionalizem, planejem mais e mais, deixando a gestão para alguém de fora, visando o sucesso do negócio. Não que empresas familiares não dêem certo, mas muitas vezes a chamada Miopia Empresarial ataca quem está lá dentro comandando por muito tempo e assim não conseguem enxergar o que está dando errado ou pode vir a ser melhorado, ou ainda temem tomar atitudes que firam alguns princípios familiares.

Claro que o plano de negócios, como bem o título do artigo diz, é apenas o primeiro passo, o primeiro degrau a ser alcançado, muito diferente de já o ter conquistado, pois a conquista dos objetivos e metas é diária, sendo que depois da implantação do projeto tem que se tornar rotineiras as ações que levem à manutenção do seu espaço, lugar naquele segmento de mercado.

Tenha em mente que a saúde do seu negócio depende das ações tomadas por você e de sua equipe de trabalho e que não adianta ter um excelente plano, mas não colocá-lo em prática, em ação, executá-lo, isto significa que foram desperdiçados tempo precioso, recursos extremamente valiosos, que poderiam ser direcionados a outras áreas ou negócios.

Outro lado importante, se a sua empresa necessitar de capital de terceiros em bancos comerciais, ou de desenvolvimento como o BNDES, a primeira coisa que vão pedir é um plano de negócios detalhado, pois é assim que eles estudam se o negócio é viável, se dará retorno e por conseqüência se a empresa terá como arcar, cumprir com o contrato e condições de saldar o montante da dívida contraída. Quanto melhor, maiores as chances de financiamento por parte das empresas de crédito, pois a avaliação por especialistas torna o projeto com uma probabilidade pequena de riscos que levem ao não pagamento das obrigações.

Se dentro de um plano de negócios você não conseguir ir de encontro a todas as necessidades do projeto, tente priorizar as de mais importância e que não podem ficar paradas, pois será através delas que as atividades secundárias serão realizadas.
Tenha uma visão de longo prazo, pesquise tendências atuais e perspectivas futuras, esteja sempre atento às oportunidades surgidas e tome a frente, haja com rapidez, tenha iniciativa, antes que o seu concorrente o faça.

Não esqueça que sua empresa é o retrato fiel das ações implantadas, então DÊ O PRIMEIRO PASSO, sabendo que muitos outros deverão vir a seguir !

22 de abril de 2009

EMPREENDA, FAÇA SUA EMPRESA SER UM SUCESSO !


(ESTE ARTIGO DE MINHA AUTORIA FOI PUBLICADO EM 19/03/2009 COM EXCLUSIVIDADE PARA O JORNAL O ESTADO DE S.P - ESTADÃO)

O empreendedor no Brasil é visto como um apaixonado, lunático, muitas vezes é tido com uma visão utópica, mas como seria o mundo se não houvesse pessoas empreendedoras, será que estaríamos hoje digitalmente incluídos à tecnologia computacional se Steve Jobs, Bill Gates e Cia não tivessem a “louca idéia” de criar um computador pessoal, isso a quase 50 anos. Muitos não acreditaram que o pc ( personal computer) seria após algumas décadas tão indispensável às pessoas e empresas. Grandes empresas líderes de mercado da época também não acreditaram; Pasmem !. E a lâmpada, se não fosse Thomas Edison com suas tentativas e erros e não foram poucos, mais de 1400 tentativas até acertar para se chegar na lâmpada elétrica e durante sua vida teve mais de 1093 patentes registradas. Como faríamos para percorrer grandes distâncias se Santos Dumont não tivesse o estalo de inventar o avião, que é considerado hoje como um dos meios de transporte mais rápidos e seguros.

Estes exemplos são só para deixar bem claro a importância do ímpeto do empreendedor. O empreendedor enxerga à frente, onde ninguém vê nada ele visualiza um horizonte de oportunidades, brechas, um novo negócio ou serviço, uma maneira diferente de conquistar o cliente. O empreendedor lidera mudanças, assume responsabilidades, inova, claro que com os pés no chão, mas se for necessário para concretizar seu sonho e ter sucesso pular do alto de um prédio em uma piscina localizada no térreo, com certeza ele pula, mas não sem antes verificar se ela está cheia de água, a profundidade da piscina, suas dimensões, condições de segurança, velocidade do vento, roupa e equipamentos adequados para o salto, existe o risco, é claro, mas um risco calculado.

E não só existem empreendedores com negócio próprio, outros tantos trabalham como colaboradores em empresas, contribuindo com idéias para o crescimento, novos projetos, identificando necessidades e desejos que muitas vezes o cliente desconhece, mas no momento que são colocadas em ação se tornam um grande sucesso de vendas ou de economia de recursos;

O empreendedor ao criar um novo produto, serviço ou processo tem muito mais vantagens do que desvantagens, passa na frente da concorrência, aprende, conquista primeiramente o
mercado, se der certo, ótimo, se der errado, está muito mais propenso a dar certo da próxima vez, pois adquiriu know-how, conheceu melhor o seu público-alvo, a demanda e por conseqüência o quanto terá que ofertar, enfim está muito melhor preparado e pronto para colher resultados positivos e expressivos.

Nas épocas de crise faça como poucos, crie, faça do seu negócio um atrativo, com diferenciais que chamem a atenção do seu cliente, seja criativo, use a imaginação, inove, só assim poderá obter bons resultados, aparecer, dar as caras ao mercado e ser conhecido.

As empresas que se sobressaem sobre as outras são aquelas que não vivem na mesmice, na rotina, do fazer igual todos os dias e sim aquelas empreendedoras, que tomam a iniciativa saem na frente, dando o primeiro passo para conquistar a sua fatia de mercado.

Planeje, pesquise, tome ações embasadas no conhecimento adquirido, haja com responsabilidade, empatia, transparência, atitude, flexibilidade, enfim, arrisque, EMPREENDA, faça sua empresa ser um sucesso !

15 de abril de 2009

O "VENDEDOR" COMO IMPORTANTE ELO DE LIGAÇÃO ENTRE A EMPRESA E O CLIENTE


Muitas empresas ainda não se atentaram ao grande valor que um vendedor pode fornecer tanto para ela empresa como para seu cliente, levando todo o feedback necessário para se tomar decisões e propor soluções originais. O vendedor, o representante comercial tem uma ótica privilegiada, pois acompanha o cliente, os seus resultados, estando sempre presente a inúmeros momentos.

O profissional de vendas deve ser hoje muito mais que um vendedor, está bem próximo a ser um consultor das melhores práticas de venda, um especialista de todas as etapas da venda, pois é ele que será o responsável pela visita pré-venda, a venda em si e a pós-venda, é ele também que terá o contato direto com o cliente, quem o conhece, sabe o que mais gosta, de que forma gosta de ser atendido, os melhores dias e horários para visitá-lo.

O vendedor é um dos elos, senão o mais importante que interliga a empresa ao cliente e vice-versa, fornecendo também todos os dados e informações de mercado, tão importantes para a previsão da demanda, levando a uma produtividade baseada no just in time, na racionalização de recursos e na conseqüente maximização de lucros. Quando este elo está fraco, logo reflete nos resultados da empresa, pois muitas vezes contamina outros colaboradores e os próprios clientes, deixando uma imagem bem negativa da organização como um todo.

As organizações deveriam dar melhores condições de trabalho a estes profissionais, que muitas vezes são mal remunerados, sem direito a benefícios disponibilizados a outras categorias, chegando ao cúmulo, absurdo de terem que arcar com os custos de ferramentas essenciais de trabalho, tais como: palm top, celular. Mas como nos dias de hoje quem pode manda e quem não pode abaixa a orelha e com esse mercado instável originado pele crise mundial, o que vemos é o faturamento de muitas empresas crescerem ano a ano, enquanto os seus colaboradores fazem malabarismos para sobreviver.

O que precisa ocorrer é a quebra do paradigma de inúmeras corporações em que o representante comercial, vendedor mesmo fazendo o seu papel que é vender bem a sua imagem e a da empresa, prestar serviços com qualidade e atender eficientemente, só é remunerado pela produtividade nas vendas, ou seja, apenas pelos resultados tangíveis obtidos em curtíssimo prazo, será que esse sistema motiva e traz retorno favorável às organizações ou uma outra forma diferenciada no trato com estes profissionais deve vir à tona e prevalecer?

Procure ter em sua empresa um profissional de vendas motivado, valorizado, participando ativamente das discussões em torno do assunto VENDAS, integrado às estratégias e sentirá a diferença em pouco tempo, o quanto a imagem da empresa irá melhorar, o turn over tenderá a diminuir e os profissionais estarão mais engajados a contribuir de uma melhor forma, além do que o investimento necessário será muito pequeno se comparado aos lucros que esse profissional poderá proporcionar.

Com certeza as empresas que já incorporaram em sua filosofia de trabalho ter o vendedor como um profissional que está à frente do negócio, pois o sucesso da empresa depende e muito desta força de trabalho, virão alçar degrau a degrau, chegando ao topo com efetividade.

3 de abril de 2009

A VISÃO MACRO DA ABORDAGEM POR PROCESSOS


A relação das empresas com seus processos têm sido um dos maiores entraves para uma boa performance nos seus resultados.

As organizações necessitam ter processos dinâmicos revisados periodicamente e orientados aos clientes, pois todo processo tem início com a requisição, de acordo com as necessidades do cliente e termina com o serviço ou produto entregue, ou seja, tem início e fim com base nas especificações demandadas pelo cliente.

Todo processo tem um cliente e um fornecedor, sendo que o cliente anterior é também fornecedor para o processo seguinte e assim por diante, para isso é preciso haver uma boa comunicação, integração entre os processos, objetivando um cliente satisfeito.

O objetivo maior da abordagem por processos é entregar resultados eficientes em todas as etapas, além de verificar, controlar, diagnosticar possíveis falhas, duplicidade de tarefas, partes fragmentadas, retrabalho, gargalos, passos fora de seqüência, trabalho realizado por pessoal sem skill na área ou capacitação adequada, que faz demandar um tempo maior do que o necessário, além de utilizar recursos além do indispensável.

A visão macro da abordagem por processos integra a área de TI a toda a área de negócios empresariais, pois é essencial que estejam em perfeita sintonia para que algumas decisões sejam tomadas, tais como: preservar a segurança das informações, limitar os riscos do negócio, estar de acordo com as conformidades, especificações, normalizações, verificar se estão dentro das diretrizes propostas pelo nível estratégico da organização e atreladas a toda área técnica de TI que hoje precisa ter uma ótica ampla, sistêmica, de todos os departamentos.

A modelagem por processos deve ter início com a entrevista de mapeamento com os gestores responsáveis pelo processo, os maiores conhecedores do negócio, começando pelos principais processos, de maior prioridade. Após a entrevista deve ser feito o desenho atual do processo (AS IS) onde será analisado e levado novamente ao gestor para identificar possíveis falhas que devem ser trabalhadas, corrigidas e levadas a outra fase do processo ou processo futuro (TO BE) sendo novamente desenhada e analisada e após reunião de aprovação, implantada, documentada e arquivada para posterior consulta.

Os processos podem ser desenvolvidos por pessoas, manualmente, por um misto de pessoas e sistemas ou somente por sistemas, a estas atividades chamamos: people to people, people to system, system to system, dentro dos chamados workflows ou fluxos de trabalho.

Existem diversas ferramentas da qualidade que dão auxílio, ajudam na identificação, normalização e padronização dos processos, dentre muitas destacamos: o 5W2H que ajuda na estruturação da entrevista, diagrama de Ishikawa ou espinha de peixe, auxilia na identificação da causa raiz do problema, o PDCA que através do seu giro leva padronização e melhoria contínua aos processos, a heurística através dos seus 5 porquês e muitas outras.

Empresas que executam as suas atividades com enfoque em uma moderna avaliação nos processos existentes têm muitas mais chances de estarem sempre atualizadas, de acordo com normas e procedimentos das mais exigentes certificadoras do mundo e com isso possuir em contrapartida o respeito e a confiança dos clientes em nível global.

31 de março de 2009

MOTIVANDO E SUSTENTANDO BOAS AÇÕES


Você mantém em sua empresa uma equipe de profissionais sempre motivada ?

A vida não só no campo profissional, mas também pessoal, pede pessoas motivadas que pratiquem boas ações, mas de nada adianta só haver a motivação, é essencial sustentar, dar continuidade às tarefas que levem em direção a um objetivo maior que é proporcionar qualidade de vida às pessoas.

É por intermédio de uma boa base motivacional interna que se consegue alcançar com mais facilidade os objetivos e metas, com qualidade e desenvoltura.

O líder é o responsável direto por uma equipe motivada e pronta para efetuar as tarefas de forma exemplar, levando a empresa a conquistar tudo o que foi planejado.
O colaborador motivado contribui quando requisitado e também age pró-ativamente, tem iniciativa nas ações, pois sente-se integrante de uma equipe e assim colabora para que os resultados sejam efetivados.

O maior legado que um pai, mãe pode deixar para os seus filhos, são os bons exemplos, as boas ações, no trabalho, nas empresas também é assim, hoje muitas se importam com o lado social, tanto de seus colaboradores e familiares como o que acontece ao seu redor, na comunidade vizinha, engajados em causas sociais e ambientais, a tão propagada responsabilidade sócio-ambiental, tida por muitas organizações como uma das formas de mostrar ao cliente os valores, princípios que ela preza, trazendo notoriedade e respeito à marca.

Muitas empresas européias, principalmente as consideradas de classe mundial, valorizam e algumas só compram, negociam os produtos de fornecedores que praticam ações voltadas à sustentabilidade do planeta. Hoje já se é considerado como vantagem competitiva, principalmente em relação aos exportadores que mantém um controle rígido sobre sua produção, retirando do meio ambiente somente o indispensável, uma produção controlada, limpa, que recicla boa parte da matéria-prima utilizada, por meio de uma logística reversa bem planejada, que investe em equipamentos que reduzam ao máximo a poluição despejada no ar, em rios, no solo, efetuando pesquisas para melhoria nos padrões de eliminação de dejetos.

No Brasil ainda são poucas, na maioria grandes organizações que procuram realizar ações baseadas em padrões, parâmetros de qualidade internacional e de responsabilidade sócio-ambiental, devendo todos nós cobrar resultados que visem a melhoria da qualidade das condições de vida tanto nas pequenas como nas grandes cidades.

Motivar pessoas não é nada fácil, pois cada ser humano é singular e motivado de uma forma, uns por incentivos em dinheiro, outros por viagens, bens materiais, benefícios e outros tantos ainda se automotivam pelo simples fato de estar fazendo algo útil e pelo aprendizado.
O que o líder precisa então é identificar o que motiva cada um e como usar isso para o bem comum, da empresa e de seu corpo de colaboradores.

16 de março de 2009

CADEIA DE SUPRIMENTOS BEM ADMINISTRADA, FONTE DE VANTAGEM COMPETITIVA !


Toda cadeia de suprimentos é formada por elos que devem ser mantidos sempre muito bem coesos, pois se um deles se rompe, toda a cadeia é afetada. Então é muito importante manter uma boa administração em todos os níveis, para que eles possam assegurar uma boa desenvoltura e suprir com as necessidades de todos os envolvidos com a cadeia, devido também a interdependência de cada elo para com os resultados finais.

Umas das tarefas mais difíceis dentro de uma empresa é ter uma cadeia de suprimentos bem equilibrada, balanceada, isto é, com elos firmes que mantenham estabilidade e uma racionalidade quando da tomada de decisões.

Uma boa gestão da demanda depende de todo um entrosamento entre os elos de uma cadeia de distribuição, de suprimentos, pois quanto mais a jusante do elo final da cadeia, mais fácil e precisa será a previsão da demanda, agora quanto mais a montante do elo final, maiores as dificuldades de previsão, ficando muito mais difícil programar uma compra ou tomar uma decisão, devido ao tempo da chegada de informações e os níveis por onde ela terá que passar até chegar ao local específico. O ideal é que a informação flua de uma maneira ágil e íntegra, resultando em ações rápidas que levem de volta ao fluxo da cadeia todas as respostas em tempo hábil.

Uma cadeia má administrada pode levar a uma série de prejuízos, financeiros, de imagem, pois ao não entregar um produto / serviço da forma em que foi requisitado, com atraso, em quantidade diferente do pedido, pode levar a uma falta de credibilidade, acarretando até mesmo no descredenciamento da empresa como fornecedora, então é de suma importância precisar com exatidão todos estes quesitos e dimensioná-los de acordo com o especificado pelo cliente, que é o mandatário e a quem o canal deve obedecer e direcionar a sua atenção.

Como todos sabem economia de tempo gera melhores possibilidades de lucro, então veja como é importante ter uma cadeia logística bem administrada e dentro dos melhores parâmetros de qualidade, resultando em maior rentabilidade, relacionamento eficiente entre os elos, um processo mais seguro, menos instável e com certeza mais propenso a gerar resultados satisfatórios para todos os níveis da cadeia.

10 de março de 2009

AS TENDÊNCIAS E PERSPECTIVAS DA EMPREGABILIDADE NO MUNDO MODERNO


A mais ou menos 20 anos atrás quem obtinha o diploma de 2° grau, hoje ensino médio, já havia conquistado muito, pois nem todos chegavam a completar o então chamado 3º colegial, mas para a grande maioria dos que terminavam era o fim de um processo. Quando perguntados se ainda estudavam, a resposta era quase sempre “não, já terminei os estudos”.

Os anos se passaram e hoje, 2009, sabemos que o aprendizado deve ser uma constante dentro da vida do profissional deste novo momento, em uma economia globalizada, onde não adianta mais só ter uma graduação completa, mas também é muito valorizado o profissional que fala fluentemente uma segunda ou terceira língua e tem uma experiência internacional, que se especializa em algum tema, assunto relevante, que se mantém sempre atualizado e antenado com o que acontece ao redor do mundo nas empresas, na cultura, na sociedade em geral e está engajado em causas sociais, como voluntário, colaborador, ou seja, contribuindo de alguma forma.

Algumas profissões antes valorizadas hoje já não são tanto, outras se tornaram mais procuradas ainda, devido a falta de profissionais na área, pois como o país estava a alguns anos com uma taxa de crescimento muito baixa, muitos se formavam, mas poucos realmente exerciam a profissão pela qual se dedicaram por 4, 5, 6 anos de estudo. Com a boa perspectiva e falta no mercado como na área de engenharia, muitos jovens e profissionais experientes conseguem agora enxergar uma luz no fim do túnel, em algumas áreas a escassez de especialistas é enorme, como na de petróleo e gás. O pior ainda é que com esta crise mundial, profissionais gabaritados acabam por procurar outras empresas com medo de perder o emprego e muitos são chamados para trabalhar em empresas concorrentes diretas em outros países, incentivados pelos altos salários e benefícios concedidos. E COMO DEPOIS REPOR ESSAS CABEÇAS ?

Há áreas que absorvem praticamente todo o contingente de formandos como a de TI, outras como a de engenharia, administração, gestão ambiental são uma boa opção a quem quer se aprimorar . Novas profissões estão surgindo todos os anos, como analista de inteligência de mercado, gerente de diversidade de capital humano, engenheiro de negócios, focadas em novas necessidades, em um mercado cada vez mais competitivo, exigente e dinâmico. Então não existe outra forma de se dar bem, a palavra-chave é ESPECIALIZAÇÃO, até porque o Brasil é um país que tem tudo para se tornar uma das grandes potências nos próximos anos e para que isso ocorra bem é necessário vir acompanhado de sustentabilidade, pois as tomadas de decisão devem ser amparadas e embasadas no conhecimento adquirido ao longo de toda uma vida .

O profissional mantém a sua empregabilidade à medida que possui uma grande experiência na sua área de trabalho, uma boa formação, networking ativo, competência reconhecida por todos, deve ser também empreendedor, assertivo, resiliente, disposto a assumir riscos e ser hábil na solução de problemas. Profissionais deste quilate dificilmente ficam disponíveis para o mercado, pois as empresas estão sempre de olho neles e a um menor descuido podem ser contratados a peso de ouro pelos concorrentes.

Isso não quer dizer que se você seguir esses conselhos se dará bem profissionalmente, mas tenha plena convicção que terá sem dúvida alguma, maiores chances de realização, satisfação e compensação financeira, pois terá todas as condições de ser requisitado por sua competência e habilidade.

25 de fevereiro de 2009

A IMPORTÂNCIA DO "RESERVA" EM QUALQUER EQUIPE DE TRABALHO


Uma boa equipe de trabalho não é só composta de ótimos titulares, mas sim também de bons reservas, que formam juntos um conjunto, uma equipe atuando com sinergia, com os mesmos objetivos, o mesmo foco, direcionados ao cumprimento de metas com eficiência.

Em toda equipe de trabalho que se preze e que tenha espírito vencedor é preciso, essencial não só ter os líderes, profissionais destacados para os cargos, posições mais exigidas, com mais experiência, competência, mais bem preparados e hábeis, mas também é necessário que haja outros tipos de perfil, como os de nível tático, que passam as estratégias do papel aos de nível operacional, que a executam, colocam a “mão na massa”.

Quando os titulares de uma equipe profissional qualquer não sentem medo em perder os seus lugares para os reservas ou de menor nível hierárquico, tem-se uma equipe desmotivada, satisfeita com seus resultados e sem ambição de melhorar, então ou fazem bem o seu papel ou podem ceder, perder o seu lugar, a sua posição para o concorrente interno. O reserva o faz buscar instintivamente fazer cada vez melhor, focado, compromissado com os resultados e com a equipe, e os reservas também têm um incentivo muito grande para tentarem conseguir um lugar na equipe principal, uma competição saudável, levando à crescente busca de excelência de todos os membros do time.

Muitas vezes excelentes atletas ou profissionais de gabarito, de alta performance só melhoram seu rendimento quando submetidos à reserva, ou seja, são forçados a se preparar melhor, aperfeiçoar sua capacidade, modificar sua visão, aceitar críticas, se reciclar.

Há várias empresas tornando rotineiras as avaliações 360º, onde o colaborador sente o feedback de todos da equipe em relação ao seu desenvolvimento no trabalho, como ele se vê e como é visto pelos colegas de equipe, isto torna transparente todo o processo, vindo a tona possíveis desvios de direção, decisões mal tomadas ou precipitadas, intransigência, enfim, fazendo com que ele fique a par não só de suas deficiências, mas também de seus pontos fortes e possa trabalhá-los em prol dele mesmo e de toda a organização.

O técnico, chefe, precisa ter em seu plantel, bons profissionais, uma equipe pronta, completa, que esteja apta para substituição a qualquer tempo.Quando um profissional não está em suas melhores condições, sai de férias, fica doente, é preciso que se tenha pessoas com nível semelhante, que conheçam e saibam fazer os mesmos processos, não deixando a organização cair de rendimento e de produtividade, não sendo assim possível admitir que tenham uma visão que são insubstituíveis em uma equipe.

7 de fevereiro de 2009

O PÓS-VENDA COMO FONTE DE LUCROS E DE VANTAGEM COMPETITIVA


Não me vem à cabeça o nome de nenhuma empresa que aplique, que pratique sistematicamente o pós-venda, muitas até o acham importante, mas ficam só na conversa,no papel,na teoria, nada de concreto, ao menos um projeto de se ter um departamento ou até mesmo uma gerência completamente voltada ao pós-venda, que seria a opção mais correta.

Quando você consumidor recebeu um telefonema, e-mail, uma mensagem no celular ou seja, pós-venda ativo, agradecendo, saudando a sua inclusão como cliente, a sua compra, contato estritamente realizado para dar início a um relacionamento comercial mais estreito, próximo ?. O cliente sente-se mais seguro a dar sugestões, opinar, criticar e a empresa que conseguir atuar fortemente terá muito mais chances de ser lembrada por suas ações.

Segmentos tão concorridos como os de telecomunicações, concessionárias de automóveis e universidades, ainda não abriram os olhos para o pós-venda, dando a desculpa , sem argumentos objetivos, que é um custo muito alto, será que satisfazer o cliente amplamente, investindo com pensamento de lucros a médio e longo prazos não é válido,não dá retorno, será que a empresa que não tem uma preocupação com o atendimento excelente terá por parte do cliente uma visão privilegiada e que virá ser sempre a primeira a ser consultada na ocasião de uma cotação de preços, influenciando com certeza na decisão de compra, pois se houver um empate em condições de pagamento, prazo de entrega, frete, na estrutura de atendimento de um modo geral, a empresa mais próxima, sairá na frente da concorrência, gerando uma vantagem competitiva e uma fonte de lucros advinda da manutenção e constante contato com o cliente.

Muitas empresas ainda têm o pensamento ultrapassado, dão mais ênfase em conquistar novos clientes a cada dia ao invés de preservá-los, fora que o custo de conquistar um cliente é sem dúvidas muito maior do que mantê-lo, sendo ainda mais difícil e oneroso reconquistá-lo, mas mesmo assim muitas ainda insistem nesta estratégia popularmente “furada”, que além de não trazer resultados favoráveis ainda gera uma imagem ruim da empresa.

A marca da empresa também se valoriza muito, pois é atrelada a bom atendimento, confiabilidade, que tem foco no cliente, que pensa em satisfazer da melhor maneira todos os anseios, procurando atender todas as suas necessidades, sem contar que está sempre sendo relembrada devido às suas ações.

O aumento das vendas é só uma questão de tempo, e com certeza uma evolução nas vendas de forma sustentada por uma tríade, lucratividade, qualidade e efetividade.
Aplique estes ensinamentos e terá retorno financeiro, de imagem e uma fonte contínua de lucros, além de grande vantagem competitiva perante a concorrência.

27 de janeiro de 2009

A LOGÍSTICA REVERSA E SUAS IMPLICAÇÕES


O consumo de embalagens, como garrafas pet, sacolas plásticas e produtos tecnológicos, celulares, computadores é cada vez maior, e o ciclo de vida cada vez menor, degradando, retirando do meio-ambiente uma quantidade muito maior de recursos que a natureza consegue renovar. As pessoas querem o que há de mais moderno e acabam deixando de lado bens a pouco comprados, com mínimo uso e ainda pior não dão uma destinação correta a esse “lixo”, jogando-os juntamente com o lixo comum, criando problemas à saúde pública e deixando o lado ambiental em segundo plano.

Segundo dados do PNUD (Programa das Nações Unidas para o desenvolvimento, o mundo já está consumindo 40% de todos os recursos disponíveis, considerando alimentos, energia e recursos naturais, além da capacidade de reposição da biosfera e esse déficit aumenta 2,5% ao ano. No Brasil, são diariamente despejadas na natureza 125 mil toneladas de rejeitos orgânicos e de material potencialmente reciclável.

As industrias modernas tentam todos os dias melhorar a sua produtividade com técnicas que inibam o desperdício, com foco na produção limpa, verde e que tenham um planejamento com a logística reversa de produtos pós-consumo e pós-venda, produtos com defeito de fabricação, validade vencida, radioativos, baterias de celulares, pilhas, monitores de computador, latas de alumínio, pneus, embalagens de fertilizantes, de pesticidas, produtos tóxicos em geral, materiais estes que precisam de uma logística que traga de volta à produção ou à remanufatura, no sentido inverso, matéria-prima secundária e não matéria-prima virgem retirada do meio-ambiente, ou seja, recurso não-renovável.

Na logística reversa o fluxo é inverso, parte do consumidor e chega ao fornecedor, revendedor, diferentemente do fluxo direto de materiais da logística comum,convencional, gerando assim um ciclo, devendo ser muito bem administrado pela área de logística empresarial que deve planejar junto aos canais de distribuição o retorno dos bens para a área de negócios ou para o setor produtivo de forma rápida e segura, de acordo com as normas e questões ecológicas.

É muito preocupante a quantidade de lixo tecnológico que assola a todos os países do mundo, alguns já tomaram sérias medidas de contenção, aproveitamento de material e reciclagem, criando leis severas que controlem o descarte, impondo sanções e responsabilidades quanto a racionalização.

Ainda existem muito poucos aterros sanitários ecologicamente corretos, com o local sendo construído especificamente para este fim, os produtos separados por tipo e armazenados em local seguro, enquanto que nos lixões, dispostos a céu aberto e infelizmente os mais usuais, os produtos são misturados, jogados de qualquer forma, poluindo o solo, a água e o lenço freático, ocasionando sérios riscos à população. O custo para se manter estes depósitos é cada vez maior e muitas cidades já “exportam” o seu lixo para outras que têm uma estrutura melhor e mais condizente com as normas sanitárias.

Uma boa forma do cidadão contribuir com o desenvolvimento sustentável e conseqüentemente com a logística reversa, é separar em sua casa o lixo orgânico do lixo reciclável, selecionando os produtos, papel, plástico, metal, vidro, óleo de cozinha, racionando também as embalagens plásticas, pois a quantidade de lixo urbano aumenta a cada ano e o destino, tratamento deste lixo é cada vez mais problemático, então a saída, solução é que as pessoas se conscientizem, facilitem a coleta e a posterior reutilização, economizando assim energia e recursos naturais tão indispensáveis a sobrevivência de todos os seres vivos do planeta.

20 de janeiro de 2009

FAZENDO UM BOM PLANO DE NEGÓCIOS


O primeiro passo para fazer um bom planejamento, um excelente plano de negócios ou business plan como muitos preferem chamar, após claro, identificada a oportunidade, é saber muito bem o que se quer, aonde se quer chegar, o quanto de recursos têm a disposição, o know-how exigido, é também interessante, não imprescindível ter uma boa formação acadêmica para poder tomar decisões acertadas e não somente por intuição como muitos empresários, o mercado mais cedo ou mais tarde expurga os não-profissionais. Dados mostram que em até 2 anos cerca de 50% das novas empresas abertas fecham suas portas, sendo que poucas chegam ao terceiro ano de vida e um dos principais motivos desta falência é a falta de um plano de negócios feito na medida certa, sob medida.

Faça um roteiro detalhado de todas as fases do projeto, todos os passos, as responsabilidades, o custo por etapa, cronograma, para que tudo saia dentro do pensado, planejado. Procure fornecedores de matéria-prima, insumos, equipamentos, faça cotações de preço, prazo de pagamento e de entrega, pesquise o mercado, o público-alvo, concorrentes, valores de ponto comercial, imóvel ou terreno para construção da planta fabril, estime o quanto terá que produzir em produtos ou serviços para equilibrar as finanças ou para se chegar ao ponto de equilíbrio, o tempo de retorno do capital investido ou pay back, tenha um bom plano de marketing, colocando seu produto /serviço disponível aos clientes, tudo isso colocado no papel, algo tangível.

O nome, marca do negócio é de muita importância também , tem que ser muito bem escolhido, pesquisado e se possível registrado, o quanto tem de recursos próprios e se irá alavancar o negócio com capital de terceiros, quantos colaboradores serão necessários para tocar o negócio, levá-lo adiante, as estratégias, diferencial que o negócio terá, missão , visão, valores, diretrizes nas quais a empresa irá seguir, departamentos e suas atividades.

Por fim um sumário executivo, bem objetivo, claro, resumido, que chame a atenção da pessoa que estiver lendo, dando uma visão completa do plano, que é o último a ser feito, mas deverá vir no início do material escrito, deixando bem claro que todos os processos devem ser mapeados, desenhados, analisados e continuadamente melhorados.

Em suma, o objetivo principal do plano de negócios é estruturar bem a futura organização, dando base, criando fortes raízes, para que ela venha a dar bons frutos.

12 de janeiro de 2009

GERENCIANDO O CAPITAL HUMANO DE UMA ORGANIZAÇÃO


As organizações são feitas de departamentos, de vendas, compras, financeiro, logística, marketing, também de recursos, materiais, financeiros, mas principalmente de pessoas, de capital humano, que deve ser gerenciado, acompanhado sempre de perto, para que além de absorver, assimilar boas informações, ou seja, conhecimento tácito, também dissemine, externalise, torne o aprendizado explícito a toda a organização, o que não é nada fácil de se executar.

Cuide para que as pessoas interajam umas com as outras, que sejam focadas não só em metas e resultados, mas também em fazer tudo com excelência, amparadas em critérios da gestão da qualidade e nas mais modernas formas de administrar tempo, recursos, projetos e principalmente que saibam conviver com as diversidades dos outros membros da equipe, as opiniões divergentes, diferentes formas de pensar e agir, enfim que saibam lidar com heterogeneidades.

O capital humano de qualquer organização é o principal ativo, o bem intangível com maior valor, pois é por meio destas pessoas que os objetivos propostos são perseguidos, como também o foco na melhoria contínua, do aprendizado, da experiência adquirida ao longo dos anos. Uma empresa é o retrato fiel do que é o seu corpo de colaboradores, se tem um plantel treinado, motivado, capacitado, pensando sempre em contribuir, agregar, terá como resultado uma imagem de empresa competitiva, focada nos resultados, na excelência, no servir o cliente da melhor maneira, conhecedora do seus pontos fortes e fracos, do seu lugar, posicionamento no mercado, lucrativa e o mais importante mantendo boas práticas, iniciativas, conquistando cada vez mais seu espaço, mais clientes, novos mercados e criando, inovando na forma de fazer.

Transforme a sua equipe, ofereça ferramentas para realizarem bem o seu trabalho, mantenha-se sempre aberto a sugestões e críticas, crie momentos diários para descontração, motive-os, faça do trabalho uma atividade prazerosa, retenha talentos, será muito bom para você como gerente, para a empresa de forma sistêmica e para todos os colaboradores.

31 de dezembro de 2008

A IMPORTÂNCIA DA Q.V.T PARA UMA MAIOR SATISFAÇÃO E PRODUTIVIDADE


As organizações estão sempre em busca de melhores resultados e existem diversas formas para se alcançar resultados expressivos e com qualidade, uma delas é através da implantação de um rígido modelo baseado na Q.V.T (Qualidade de Vida no Trabalho), onde todas as tarefas são voltadas a contemplar requisitos que tragam satisfação em se trabalhar, um ambiente propício ao desenvolvimento de tarefas, enfim, um profissional motivado e integrado, relacionando-se bem com todos da equipe de trabalho, sendo que uma boa aplicação da Q.V.T pode propiciar à empresa uma maior produtividade e também baixos índices de absenteísmo e presenteísmo.

A ergonomia também é muito importante no quesito Q.V.T , pois o arranjo físico de equipamentos, instrumentos, móveis, bem como a iluminação, sensação de segurança, comodidade, nível baixo de ruídos, tendem a deixar o colaborador menos estressado e mais apto a contribuir com eficiência.

Um dos modelos mais utilizados para verificar o nível de satisfação dos colaboradores e a ambiência organizacional é o de Richard Walton, no qual ele propõe através de 8 requisitos básicos, que são verificados por meio de um questionário de pesquisa ou entrevista, quais os fatores que estão influenciando no desempenho, satisfação e produtividade, uma inter-relação positiva entre todas as dimensões para levar a uma boa Q.V.T. A avaliação é feita com colaboradores da organização com perguntas fechadas e abertas e as respostas depois de coletadas, são tabuladas e analisadas, tendo como resultado final, os pontos fontes, que precisam ser mantidos e os pontos fracos que precisam ser melhorados. Os oito critérios de Walton são : 1- condições de saúde e segurança no trabalho, 2- compensação justa e adequada, 3- oportunidade de uso imediato e desenvolvimento de capacidades, 4- chances de crescimento contínuo e segurança no emprego, 5- integração social na empresa, 6 -constitucionalismo, 7- trabalho e espaço total de vida, 8- relevância social na vida no trabalho.

O mais importante é que ao fazer o diagnóstico final, sejam tomadas ações corretivas em direção a uma melhoria substancial em termos de Q.V.T, ampliando-se os resultados conquistados, a confiança dos colaboradores, objetivando bem-estar, saúde e uma Q.V.T com indicadores positivos e crescentes.

30 de dezembro de 2008

A GLOBALIZAÇÃO E SEU EFEITOS


A globalização de suas várias formas, comercial, financeira, produtiva e tecnológica, como um feito irreversível traz muitos efeitos ao redor do mundo, tanto positivos como também negativos. Países que não tem uma base sólida em suas finanças, nos seus mercados, tornam-se alvo fácil aos ataques de capital estrangeiro, não como forma de investimento direto, a longo prazo e sim com o objetivo de ganhar dinheiro fácil e rápido, a famosa especulação.

Empresas se vêem em difícil situação, pois têm concorrentes em todo o mundo para o seu segmento de mercado, ao mesmo tempo que também têm fornecedores espalhados por todos os cantos do planeta, fazendo com que tenham que obter ótimas informações, tanto para comprar insumos, matéria-prima e produzir, como para negociar seus produtos.

Vemos agora recentemente o caos por que está passando o mais rico e poderoso país do mundo, os Estados Unidos, onde a crise teve início nas hipotecas conhecidas como subprime, onde o crédito era dado a pessoas sem crédito no mercado e sem capacidade de honrar com os pagamentos, levando a um enorme risco delas não serem pagas. Grandes empresas americanas, bancos e organizações quase que centenárias, foram à falência devido a falta de liquidez, gerando conseqüentemente um estreitamento do crédito a nível global. Empresas que tinham dívidas em dólar também perderam muito de seu capital devido a oscilação do câmbio. Estes acontecimentos geraram perda de postos de trabalho, diminuição da demanda e da produção e riscos de estagnação em mercados emergentes, como o Brasil, que tinham boas perspectivas de crescimento sustentado.

Até quando o mundo terá que ficar à mercê, pagar pelos erros e a má administração de grandes organizações e multinacionais, que acabam tendo seus débitos subsidiados pelos governos locais, restando a nós simples mortais, ficar a espera da tomada de ações visando uma melhor distribuição de renda, ou seja, igualdade de direitos e oportunidades.

7 de dezembro de 2008

EM TIME QUE ESTÁ GANHANDO TAMBÉM SE MEXE !


A concorrência acirrada, globalizada, traz vários riscos às empresas que não tem uma base sólida, um capital intelectual bem desenvolvido, tecnologias modernas e amplamente difundidas, ótimas informações coletadas para a tomada de decisões, então vemos organizações de porte que estão paradas no tempo, que se justificam dizendo que são as primeiras no mercado, Top of Mind, lembradas pelo consumidor.

Mas estão erradas em pensar que continuarão a permanecer no topo do mercado por muito tempo, pois o cliente precisa estar constantemente sendo relembrado, fixando a marca da empresa. Novas soluções devem ser pensadas, planejadas, na hora que se tem um time que está ganhando, vencedor, este é o momento exato de se mexer, ampliar os resultados, conquistar novos mercados, aumentar a participação nos já conquistados, pesquisar novas ferramentas e necessidades do cliente, esta é a hora de se propor mudanças que tragam eficiência à organização, pois a empresa já tem todas as peças prontas, só falta colocá-las funcionando em perfeita sincronia, da melhor maneira, levando maior produtividade, qualidade e satisfação dos clientes.

Quem disse que em time que está ganhando não se mexe, está redondamente equivocado, as organizações devem estar em constante aprendizado e melhoria contínua para que tenham méritos e condições de continuar concorrendo com outras empresas similares, que estejam voltadas, direcionadas às necessidades, exigências não só dos clientes, mas a todos os stakeholders interessados, ou seja, acionistas, fornecedores, governo, comunidade local.

Até porque estratégias tidas como infalíveis e repetidamente colocadas em ação acabam sendo copiadas e melhoradas pelos concorrentes, sendo assim mais um motivo para não se deixar brechas e estar sempre passos a frente, liderando o mercado.

Empresas modernas estão sempre em constante aprendizado, direcionadas às tendências atuais, fazendo sempre da melhor forma o mesmo processo, fidelizando a clientela dia-a-dia, em suma simplificando e tornando cada vez mais prazeroso o contato cliente /empresa.

30 de novembro de 2008

A IMPORTÂNCIA DA ADMINISTRAÇÃO NO MUNDO CONTEMPORÂNEO.


A partir da teoria do norte-americano Frederick Winslow Taylor (1856-1915), a da administração científica que a administração ascende ao posto de ciência.

As organizações são: heterogêneas, de portes, estruturas, objetivos, culturas diferentes, não existindo assim duas organizações iguais, imutáveis.

Existem as organizações formais, informais e lucrativas, voltadas para as empresas e também as informais e não lucrativas derecionadas para as empresas públicas e O.N.G.

Administrar é o processo pelo qual se planeja, organiza, dirige e controla uma empresa,portanto é o trabalho organizado, onde existem pessoas buscando a realização de objetivos comuns, podendo-se aplicar conceitos e técnicas administrativas.

O administrador não só tem o dever de solucionar problemas,administrar conflitos, como também o de dimensionar recursos, planejar a aplicação e efetuar a estratégia, liderar lucros e motivar pessoas.

Em suma o administrador tem a responsabilidade pela liderança de pessoas, com o objetivo de máxima eficiência e eficácia.

21 de novembro de 2008

A EXPERIÊNCIA JOGADA AO LÉU.


Ao abrir os jornais diariamente na seção de empregos vemos organizações de qualquer tamanho, nacionais e multinacionais, recrutando pessoas para diversos cargos, estagiários, trainees, futuros profissionais a que são exigidos como premissa básica uma segunda língua fluente, não precisa falar bem o português, a nossa língua oficial, o importante é ter fluência no inglês e em outras línguas estrangeiras. Não quero ser hipócrita ao afirmar que a multiplicidade cultural não seja boa, claro que é, mas não como na forma que a grande maioria das empresas, como exigência, sem ao menos conhecer o candidato, sua postura, seu modo de se expressar e pensar, experiências obtidas ao longo da vida, com certeza a diversidade de capital intelectual deva ser administrada, as empresas agradeceriam, mas não é o que realmente está acontecendo, muitos “diamantes raros” passam sem serem notados ou nem chegam a passar pela área de RH e deixam de ser lapidados, as empresas perdem e muito com esta forma de selecionar profissionais, algumas já estão acordando e buscando talentos de outras maneiras,investindo nos promissores e também pelo networking dos colaboradores, em concorrentes e no mercado em geral.

Algumas empresas depois de dispensarem ou desperdiçarem profissionais experientes, gabaritados nas suas áreas e deixar somente os mais jovens , com menor salário, viram desabar em suas cabeças grandes desastres,desencadeados por fatores críticos que não foram priorizados e que não tinham pessoal específico,qualificado, capacitado a resolvê-los perdendo muito em dinheiro e muito mais ainda na imagem , que não só ficou arranhada, mas desgastada e vai demorar ainda muito tempo para ser recuperada, reconstruída.

O mercado pede sim jovens, mas jovens no entusiasmo, na vontade de estar sempre aprendendo, sabedores que os resultados na maioria das vezes não surgem de uma hora para outra, mas devem ser planejados, conquistados, efetivados dia após dia, conhecedores principalmente da cultura de seus país, dos valores de uma sociedade, da ética, do ser idôneo, do fazer a coisa certa no momento exato, isto sim as empresas deveriam cobrar de seus contratados,que estejam inseridos na discussão política, conhecedores de seus direitos e deveres como cidadãos e como multiplicadores de boas ações.

Como anda a carruagem fico descrente do que realmente querem as organizações, continuidade da mesmice, de seguir padrões antes estabelecidos, sem inovação, ou direção à quebra de paradigmas e outras formas de fazer, dando oportunidades à pessoas com mais experiências,bagagem, know-how e prontas a contribuir para uma melhor produtividade e rendimento !

14 de outubro de 2008

A ÉTICA NAS UNIVERSIDADES


Sou graduando do curso de administração e ao longo destes 4 anos de intenso acúmulo de informações, que geram conhecimento e nos tornam mais críticos e habilitados a dar opiniões, tomar decisões sobre diversos assuntos, pois nos tornamos generalistas, ou seja ,sabemos um pouco de cada coisa , mais nada aprofundado, me deparo com um total contra- senso do que é dado na teoria e o que é realmente colocado em prática, até mesmo pelos professores que muito falam mais pouco praticam.

Professores e alunos se enganando em sala de aula, uns fazem de conta que estão ensinando e alguns outros que estão assimilando, aprendendo alguma coisa útil, ou o que seria melhor replicando, disseminando o aprendizado, que poderia ser exercitado de diversas maneiras, prestando serviços à sociedade, comunidade local, pequenas empresas que não tenham capacidade financeira de arcar com uma consultoria especializada, aprendizagem no dia-a-dia de uma organização, não só dando oportunidades a quem já está fazendo estágio, inserido no mercado de trabalho, mas a todos os interessados.

O pior fica quando o assunto é o aprendizado em classe e a forma como os professores cobram dos alunos, se estão sabendo do assunto ou não. Através de provas que na maioria das vezes não indicam o quanto o aluno conhece do assunto, quando deveria ser avaliado aula-a-aula, sem contar os famosos “lembretes”, onde muitos professores fazem vista grossa, deixando passarem despercebidos, dando crédito aos que se utilizam desta prática, estes julgando-se espertos e sem uma punição justa fazem deste um ilícito amplamente difundido, que prejudica não só a ele, mas a todos , pois forma uma imagem de que qualquer um passa, sem mérito e competência para tal, desmotivando aqueles alunos aplicados, que realmente estudam, merecedores dos resultados obtidos, além do que trazem à tona a falta de ética, disciplina, respeito à normas, regras , leis e códigos de ética, mostrando para o mercado de trabalho um profissional mal acostumado, inseguro e sem preparo para atuar em um ambiente tão disputado.

Bons alunos são muitas vezes empurrados em direção à desobedecerem às regras, pois vêem a facilidade e preferem não ter a dificuldade de estudar ou a incerteza de tirar uma boa nota nas provas, torna-se assim um círculo vicioso, levando-os à cola, lembrete, auxílio à memória, ou como quiserem falar, sem ao menos tentarem compreender os assuntos abordados.

Há também instituições que visam só o lucro, a rentabilidade a qualquer custo, com classes abarrotadas de alunos, que se dispersam e não conseguem aproveitar, absorver o conteúdo passado em sala de aula, quando deveriam primar pela qualidade, professores capacitados e boa estrutura, gerando um melhor aproveitamento.

O certo é que perdem os alunos, professores, a instituição de ensino, a sociedade, o país, as organizações, joga-se fora bens preciosos, informações precisas, úteis, são depositadas no lixo, desperdiçadas como sucata, material sem uso, sem valor.

Mas ainda há tempo de se reverter esta situação, alunos, cobrem de seus professores, aprendizado, teoria, boas informações e não lista de presença, professores cobrem dos alunos visão profissional, foco na excelência, participação ativa nas aulas e networking , quem ainda não pensou nisto, comece a pensar e a ver a universidade com outros olhos.