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31 de dezembro de 2008

A IMPORTÂNCIA DA Q.V.T PARA UMA MAIOR SATISFAÇÃO E PRODUTIVIDADE


As organizações estão sempre em busca de melhores resultados e existem diversas formas para se alcançar resultados expressivos e com qualidade, uma delas é através da implantação de um rígido modelo baseado na Q.V.T (Qualidade de Vida no Trabalho), onde todas as tarefas são voltadas a contemplar requisitos que tragam satisfação em se trabalhar, um ambiente propício ao desenvolvimento de tarefas, enfim, um profissional motivado e integrado, relacionando-se bem com todos da equipe de trabalho, sendo que uma boa aplicação da Q.V.T pode propiciar à empresa uma maior produtividade e também baixos índices de absenteísmo e presenteísmo.

A ergonomia também é muito importante no quesito Q.V.T , pois o arranjo físico de equipamentos, instrumentos, móveis, bem como a iluminação, sensação de segurança, comodidade, nível baixo de ruídos, tendem a deixar o colaborador menos estressado e mais apto a contribuir com eficiência.

Um dos modelos mais utilizados para verificar o nível de satisfação dos colaboradores e a ambiência organizacional é o de Richard Walton, no qual ele propõe através de 8 requisitos básicos, que são verificados por meio de um questionário de pesquisa ou entrevista, quais os fatores que estão influenciando no desempenho, satisfação e produtividade, uma inter-relação positiva entre todas as dimensões para levar a uma boa Q.V.T. A avaliação é feita com colaboradores da organização com perguntas fechadas e abertas e as respostas depois de coletadas, são tabuladas e analisadas, tendo como resultado final, os pontos fontes, que precisam ser mantidos e os pontos fracos que precisam ser melhorados. Os oito critérios de Walton são : 1- condições de saúde e segurança no trabalho, 2- compensação justa e adequada, 3- oportunidade de uso imediato e desenvolvimento de capacidades, 4- chances de crescimento contínuo e segurança no emprego, 5- integração social na empresa, 6 -constitucionalismo, 7- trabalho e espaço total de vida, 8- relevância social na vida no trabalho.

O mais importante é que ao fazer o diagnóstico final, sejam tomadas ações corretivas em direção a uma melhoria substancial em termos de Q.V.T, ampliando-se os resultados conquistados, a confiança dos colaboradores, objetivando bem-estar, saúde e uma Q.V.T com indicadores positivos e crescentes.

7 de agosto de 2008

Q.V.T, UM DIFERENCIAL OU UMA EXIGÊNCIA ?


O termo Q.V.T ( Qualidade de Vida no Trabalho) aparece na literatura na década de 50 na Inglaterra com Eric Trist e é um assunto complexo, pois o ser humano é singular e cada qual é motivado pela sua forma de pensar, de agir, de sentir, de acordo com suas crenças e valores. Mais tarde Abraham Maslow cria a teoria da “ Hierarquia das Necessidades “ onde diz que o ser humano deverá ter satisfeitas o mínimo de exigências como : moradia, alimentação, segurança, saúde, ou seja a base da pirâmide, vindo logo depois as necessidades sociais, de auto-estima e auto-realização, sendo o ideal contemplar todas , degrau a degrau, até chegar ao topo, objetivando a realização pessoal .

Hoje o colaborador não aceita mais ser tratado somente como um número, uma máquina a serviço da empresa, quer ser reconhecido pelo seu trabalho, sua dedicação e para que ele obtenha resultados expressivos e constantes é preciso se tomar várias ações em prol do seu bem-estar, de sua saúde e da sua qualidade de vida como um todo, criando um ambiente favorável, saudável, propício à criação. Para que sua rotina diária se torne prazerosa, muitas empresas tem a disposição de toda a sua força de trabalho, academia, sala de jogos, massagem, ginástica laboral, outras até permitem animais de estimação dividindo o ambiente de trabalho para assegurar uma melhor desenvoltura nas tarefas e um baixo nível de stress.

A Q.V.T engloba uma série de medidas que objetivam um profissional cada vez mais apaixonado pelo que faz, pelas atividades que executa, do lugar onde trabalha, das pessoas com que se relaciona, rendendo mais, satisfeito, agregando, somando com sinergia, propondo sugestões de melhoria, sendo não só um mero expectador e sim contribuinte ativo da organização.