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19 de dezembro de 2016

O OUTSOURCING COMO ESTRATÉGIA EFICIENTE PARA MINIMIZAÇÃO DE CUSTOS

Nos dias de hoje o que mais vemos, infelizmente, são empresa fechando as portas, no vermelho ou totalmente desestruturadas ( sejam elas públicas ou privadas). A crise nos trouxe uma nova ideia e dimensão da importância em se administrar bem os recursos empresariais. Muitas não conseguiram superar as dificuldades e transpor os obstáculos, pois já vinham com vícios e não observaram que as coisas não estavam indo bem. Se não houver planejamento a longo prazo, fica mais difícil antecipar e colocar em prática medidas que minimizem ou neutralizem por completo os efeitos maléficos.

O outsourcing surge aí como uma boa estratégia para diminuir os custos, repassando a outrem as atividades meio, delegando processos, dividindo responsabilidades, deixando a empresa contratante com o tempo mais disponível para investir na atividade principal (atividade fim), onde a mesma tem mais expertise e knowhow e com isso possibilidade de obter maior lucro.

Mas esta estratégia deve ser bem pensada e planejada, pois senão pode haver um retrocesso ao invés de avanços. As empresas parceiras devem ser escolhidas por meio de critérios rígidos, devendo ser desenvolvidas e preparadas para atender a todas as necessidades e desejos dos clientes, tanto o contratante como os que utilizam seus serviços.

Mas não esqueça nunca, que não é por que exista uma outra empresa prestando serviços a sua empresa, que não há razões para acompanhar o que está sendo feito, é agora que precisa ter mais atenção com os detalhes, para não derrapar e a estratégia "sair pela culatra".
A imagem da sua empresa (contratante) estará sempre vinculada, atrelada com a da contratada, então não se pode "deixar pra lá", delegando mas não controlando o que está sendo feito, realizado.

O outsourcing é sim uma excelente alternativa para atender melhor os clientes, é também uma chance para prestar um serviço com melhor qualidade, excelência. O que não pode acontecer é focar somente na redução de custos sem observar outras possíveis causas de escoamento do lucro, como desperdício, retrabalho, processos duplicados, equipamentos obsoletos, técnicas ultrapassadas e pessoal desqualificado ou mal treinado.

Repense os seus planos de "terceirizar" alguns de seus processos e atividades, sempre atento com as regras de mercado e obedecendo às leis vigentes. Se planeje com antecedência para possíveis alterações, mudanças no comportamento dos consumidores e seja dinâmico, agindo com rapidez.


29 de agosto de 2016

NÃO SEJA CENTRALIZADOR, SAIBA DELEGAR.

As empresas necessitam de líderes, pessoas engajadas, comprometidas com causas nobres e também de pessoas que sigam esta liderança, guiadas por entusiasmo e motivação para a busca de resultados.

Mas quando nos vemos a frente de um "líder" centralizador, nos remetemos a uma era que já deveria ter acabado, mas infelizmente não é o que presenciamos, ainda a inúmeros profissionais com este perfil.

O que acontece é que acabam sendo o centro das atenções, atuando com rédea curta, pensando colher assim resultados mais expressivos, mas sabemos que não é verdade, até porquê é humanamente impossível conhecer e fazer tudo com perfeição e excelência.

Saber delegar é uma qualidade essencial dos grandes administradores, é um exercício diário e democrático de conseguir extrair o melhor, a essência de cada colaborador e saber distribuir  bem as tarefas. 

Precisamos repensar e ser autocríticos com o que fazemos nas empresas, qual o legado que vamos deixar aos nossos subordinados e parceiros, qual aprendizado terão e como deverá ser o comportamento das lideranças em prol do crescimento sustentado.

É óbvio que em muitas vezes as decisões podem e devem ser centralizadas, ou seja, tomadas por poder ou autoridade de uma única pessoa, mas a discussão para se chegar a um consenso, deve ser sempre valorizada, para que as decisões tenham um peso maior e sejam melhor embasadas.

Deixemos de lado as convicções ultrapassadas, e vamos dar lugar ao debate, abrindo espaço a quem tem mais competência e habilidade para executar, ficando os líderes com a responsabilidade de organizar, dirigir e controlar todos recursos imprescindíveis ao sucesso da organização.

Enfim, o trabalho ficará muito mais prazeroso, quando as pessoas sentirem-se valorizadas, participantes ativas das decisões, no controle de seus atos, conscientes da sua importância dentro de um  processo de contínua evolução.