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14 de novembro de 2016

LOGÍSTICA INTEGRADA - AGREGANDO ATORES


A logística integrada é uma versão atualizada, moderna, uma forma de business, ou seja, deve estar incorporada nos novos formatos dos planos estratégicos. Deve-se definir qual o nível de integração e quais recursos serão utilizados para que haja máxima eficiência.

A integração é parte fundamental nos dias atuais, seja ela no sentido mais amplo ou até mesmo no mais restrito. Podemos integrar setores, áreas, departamentos, funções, filosofias de trabalho, se analisado o ambiente interno, como também integrar processos entre atores diversos e dispersos.

E isso no remete a buscar parcerias, incorporando uma visão de negócios em conjunto, encontrando novas maneiras de superação. Propostas devem ser discutidas entre todos os personagens participantes desta EPOPEIA EMPRESARIAL.

Com a concorrência acirrada que temos hoje, é sempre bom ter em mãos alternativas viáveis para seguir em outras direções, se houver necessidade.
Capacitar parceiros para estarem em uma mesma sintonia, vibrando de uma forma uníssona, dá um novo tom, sentido às decisões, pois só assim é que conseguirão correr atrás das oportunidades, com chances de alcançar e até mesmo ultrapassar os objetivos e metas traçados.

As variáveis podem ser inúmeras. as dificuldades crescentes, mas não devemos desanimar nunca. Olhar para frente, tendo como aliados nossos parceiros, fará total diferença na hora de escolher bem, tomar uma decisão difícil.

A interligação dos componentes dos sistema logístico é visto como mola propulsora para o desencadeamento de ações que lancem propósitos efetivos de diferenciação. Temos o dever de contribuir ao máximo, tirando até "leite de pedra". Não podemos nos dar o direito de ficarmos parados, só observando, enquanto nossos players participam de uma maratona, de uma corrida incessante, rumo à linha de chegada.

O nível de serviço não pode ser afetado, o cliente será o mandatário e partirá dele o feedback para posicionar e para que as empresas iniciem o seu parecer. Em qualquer uma das situações, seja na logística de suprimentos (inbound), na de produção ou na de distribuição (outbound), temos que contrabalançar as diferenças e as divergências que possam ocorrer.

Aplique na liderança compartilhada, envolva colaboradores, delegue sempre que for oportuno, demonstre interesse nas negociações ganha-ganha e todos os atores sairão fortalecidos destas relações.





10 de outubro de 2016

SUPPLY CHAIN MANAGEMENT - A RELAÇÃO CLIENTE E FORNECEDOR


Este assunto é de extrema importância para que as empresas participantes de uma mesma cadeia obtenham sucesso contínuo, ou seja, consigam excelentes resultados e equilíbrio entre os membros. E o equilíbrio é essencial para que todos os elementos usufruam das conquistas e aproveitem o aprendizado gerado por estas relações, entre clientes e fornecedores.

Os negócios de hoje são baseados nas cadeias, as empresas não competem mas somente entre si, e sim a concorrência é entre cadeias de suprimentos, ou ainda, quem desenvolve melhor seus parceiros de negócio, obtendo a maior sincronicidade, está mais apto a conseguir se manter no mercado atual.

Todos podem agregar valor com esta filosofia de pensar no todo, e não só de forma individual, pois os ganhos vão ser distribuídos a todos os elos que participam desta cadeia. É importante observar que um membro pode ser cliente e fornecedor ao mesmo tempo, e isso é que faz a diferença, pois o objetivo maior é que haja satisfação, encantamento e por consequência fidelização do cliente final, que é aquele que remunera e faz com que as empresas deem continuidade aos seus planos de desenvolvimento.

A gestão de uma cadeia produtiva, de suprimentos ou conhecida ainda por cadeia de demanda, não é tão simples, pois as necessidades são amplas e variadas e deve haver uma identificação de quais são os maiores problemas ou gaps  que devem ser minimizadas a tempo.

A gestão deve estabelecer quais o níveis de variação ou oscilação nas entregas devem ser aceitos entre os participantes da cadeia, buscando sempre a efetivação de técnicas e tecnologias que não menosprezem o tão conhecido EFEITO CHICOTE ou EFEITO FORRESTER. 

Quanto antes conhecermos o que está acontecendo na ponta, na extremidade a jusante, mais tempo teremos para tomar decisões melhor embasadas, a montante. As ferramentas de T.I são imprescindíveis para que possamos enxergar o que está acontecendo no ponto de venda, as mudanças na demanda e  por antecipação dar início aos planos de compra, produção, transporte e distribuição.

Se cada um raciocinar em prol da melhoria de performance com visão sistêmica e estratégica, todos irão lucrar com isto, pois é de "grão em grão" que o negócio vai se estruturando e crescendo.

Contribua, aprimore, lidere, trabalhe com espírito de equipe, faça da melhor forma sempre, multiplique, atue como facilitador, pense no coletivo e toda a cadeia se manterá coesa, ágil e estará atualizada, com poucas diferenças e divergências entre os elementos.