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10 de outubro de 2016

SUPPLY CHAIN MANAGEMENT - A RELAÇÃO CLIENTE E FORNECEDOR


Este assunto é de extrema importância para que as empresas participantes de uma mesma cadeia obtenham sucesso contínuo, ou seja, consigam excelentes resultados e equilíbrio entre os membros. E o equilíbrio é essencial para que todos os elementos usufruam das conquistas e aproveitem o aprendizado gerado por estas relações, entre clientes e fornecedores.

Os negócios de hoje são baseados nas cadeias, as empresas não competem mas somente entre si, e sim a concorrência é entre cadeias de suprimentos, ou ainda, quem desenvolve melhor seus parceiros de negócio, obtendo a maior sincronicidade, está mais apto a conseguir se manter no mercado atual.

Todos podem agregar valor com esta filosofia de pensar no todo, e não só de forma individual, pois os ganhos vão ser distribuídos a todos os elos que participam desta cadeia. É importante observar que um membro pode ser cliente e fornecedor ao mesmo tempo, e isso é que faz a diferença, pois o objetivo maior é que haja satisfação, encantamento e por consequência fidelização do cliente final, que é aquele que remunera e faz com que as empresas deem continuidade aos seus planos de desenvolvimento.

A gestão de uma cadeia produtiva, de suprimentos ou conhecida ainda por cadeia de demanda, não é tão simples, pois as necessidades são amplas e variadas e deve haver uma identificação de quais são os maiores problemas ou gaps  que devem ser minimizadas a tempo.

A gestão deve estabelecer quais o níveis de variação ou oscilação nas entregas devem ser aceitos entre os participantes da cadeia, buscando sempre a efetivação de técnicas e tecnologias que não menosprezem o tão conhecido EFEITO CHICOTE ou EFEITO FORRESTER. 

Quanto antes conhecermos o que está acontecendo na ponta, na extremidade a jusante, mais tempo teremos para tomar decisões melhor embasadas, a montante. As ferramentas de T.I são imprescindíveis para que possamos enxergar o que está acontecendo no ponto de venda, as mudanças na demanda e  por antecipação dar início aos planos de compra, produção, transporte e distribuição.

Se cada um raciocinar em prol da melhoria de performance com visão sistêmica e estratégica, todos irão lucrar com isto, pois é de "grão em grão" que o negócio vai se estruturando e crescendo.

Contribua, aprimore, lidere, trabalhe com espírito de equipe, faça da melhor forma sempre, multiplique, atue como facilitador, pense no coletivo e toda a cadeia se manterá coesa, ágil e estará atualizada, com poucas diferenças e divergências entre os elementos.




6 de junho de 2008

CLIENTE FIEL , SERÁ QUE ISSO AINDA EXISTE ?


Vender é uma arte, como também saber negociar, criar relacionamentos, estreitar vínculos e planejar estratégias. Vivemos em uma era em que o cliente está sempre à procura de novidades, de novas formas de fazer, produtos inovadores, diferenciados. Para isso, o mercado pede profissionais criativos, empreendedores, ágeis, focados no negócio, nas necessidades do público e que agreguem valor ao produto ou serviço.

O cliente deseja encontrar empresas sérias, comprometidas, que não visem somente o lucro, mas que façam dele uma conseqüência de boa gestão. Gestão essa baseada também nas questões sociais, ambientais e de desenvolvimento sustentável. Este cliente busca, constantemente, uma empresa que o encante em todos os aspectos e, isso, só é conquistado no dia-a-dia, nas tomadas de ação em direção às expectativas do cliente, fazendo com que ele valorize as ações e perceba o quanto vale consumir, dar crédito, preferir a este ou a outro concorrente. Quem acha que já conquistou o cliente e não toma nenhuma atitude para dar seqüência a esta fidelização está completamente equivocado, ultrapassado.

Conquiste o seu cliente dia após dia e verás quantos resultados positivos irá registrar, e o quanto a organização, como um todo, irá se desenvolver e crescer.

21 de abril de 2008

EMPATIA - A VISÃO DO CLIENTE.


Na hora que você se coloca no lugar do cliente, observa o ponto de vista dele, o que ele acha essencial e o que dá valor, dando feedback a outras áreas organizacionais, o que tem de ser melhorado, novas táticas de fidelização e relacionamento, conceito de produto inovador, estratégia de longo prazo e que contemple o maior número de solicitações do cliente, estará indo na direção correta. 

Muitas empresas enxergam somente o seu lado, deixando em segundo plano a visão do cliente e a perspectiva de maximizar lucro com ações de longo prazo. A empresa que conseguir usar de empatia estará um passo à frente da concorrência e inserida no mercado dinâmico atual.

Usando a empatia é muito mais fácil identificar oportunidades de mercado, brechas, áreas pouco exploradas ou mal desenvolvidas, nichos de mercado, abertura de novos mercados, pois se tem uma visão privilegiada do lado do cliente, das necessidades dele, expectativas e anseios.

O crescimento da relação pós-venda também se dá por empatia, ou seja, a empresa terá mais facilidade em diagnosticar quais serviços este cliente irá valorizar , vendo o mercado com outros olhos, ou seja, com uma nova ótica.